A classificação da inspeção pré-entrega deve corresponder à competência de tratamento. Ao encontrar dúvida de segurança, suspenda a entrega do veículo; conflito de documentos é encaminhado ao responsável por documentos, e problema de aparência registra o escopo, o acordo de tratamento e o que já foi informado ao cliente.
Escrever primeiro a constatação, depois o nível
Ao inspecionar o Chery Tiggo 9, registre o local, o fenômeno, o método de verificação e as fotos. Preencher apenas "leve" não permite que o reparador revise. O veículo dar partida ou o painel não apresentar alertas temporariamente também não substitui a conclusão da inspeção de freios, pneus ou documentos de identificação.
A descrição da inspeção pode ser desenvolvida em torno da posição observada, das condições de ocorrência e dos materiais passíveis de reexame. Quem registra escreve primeiro o fenômeno visto ou ouvido e depois informa se alguma providência já foi tomada; para situações que não podem ser reproduzidas, preserve a descrição original do cliente ou de quem tratou antes. As fotos podem indicar a direção de observação e a explicação do local, mas não se deve usar edição para apagar vestígios que precisam de avaliação.
Recomenda-se exibir separadamente os itens já inspecionados e os ainda não inspecionados. Se não for possível continuar por limitação de espaço, capacidade da equipe ou falta de material, indique a restrição e designe o responsável adequado para assumir. Os itens em branco no checklist não são considerados aprovados; a inspeção complementar posterior também deve preservar o horário real da verificação, evitando que o registro inteiro pareça ter sido concluído ao mesmo tempo.
O nível decide quem pode restabelecer a entrega
| Tipo de anomalia | Ação imediata | Fundamentos para o restabelecimento |
|---|---|---|
| Dúvida relacionada à segurança | Isolar e encaminhar a técnico qualificado | Reinspeção após diagnóstico e reparos necessários |
| Conflito em documento de identificação | Suspender o uso dos documentos daquele veículo | Correção pelo emissor e confronto com o veículo real |
| Defeito geral de aparência | Fotografar e apresentar proposta de tratamento | Registro do serviço e explicação precisa ao cliente |
Pode-se admitir que o inspetor de campo proponha a suspensão, que o responsável técnico defina os pontos que precisam de verificação aprofundada e que o responsável pela entrega gerencie as mudanças de agenda. Na passagem de turno entre funções, deve-se indicar onde o veículo está, quem guarda as chaves e quais operações ainda não podem ser programadas. Quando a anomalia envolve a identidade documental, o responsável por documentos recebe a divergência do original; não se exige que o reparador faça a correção no lugar do emissor.
A solicitação de retomada da entrega pode corresponder diretamente à lista original de problemas; peça ao revisor que explique, item a item, o que foi descartado, tratado ou ainda está em confirmação. O registro de que o cliente aceita determinado tratamento de aparência é guardado separadamente e não se mistura com a avaliação de segurança. Os pontos ainda com dúvida continuam sendo inspecionados pelo responsável.
A assinatura do cliente não substitui o julgamento profissional
O canal de falhas de produto da SIC serve para entender o caminho de reparação do consumidor; a gestão de segurança da oficina pode consultar o material do HSE, que não constitui regra de inspeção colombiana. O cliente aceitar esperar o reparo ou tolerar vestígios de aparência divulgáveis não elimina um problema de segurança ainda não esclarecido.
Exercício antes de o veículo reparado voltar à área de entrega
Exemplo, sujeito ao contrato e ao veículo real. Um VIN estava programado para entrega; o inspetor constatou anomalia e o veículo foi para reparo. O consultor de entrega pode primeiro retirar a confirmação original do agendamento e repassar ao colega que assumir o que o cliente já sabe; o responsável pelo reparo recebe o fenômeno original e as fotos e indica o escopo de verificação previsto. Serviços adicionais não aprovados são primeiro solicitados, não acrescentados depois na ordem de serviço.
Quando o veículo retorna, o revisor confronta a descrição inicial e verifica as mesmas partes, confirmando se o registro do serviço explica o que foi tratado. Se o fenômeno original ainda não puder ser avaliado, mantenha o estado de verificação pendente. A comunicação com o cliente deve usar a conclusão técnica assinada; diante de termo que não entende, quem faz a entrega pede antes ao técnico que explique e depois confirma com o cliente o novo arranjo.
Perguntas frequentes
Pode-se entregar o veículo e completar o checklist depois?
Não se pode usar o preenchimento posterior para encobrir inspeções ainda não concluídas no momento da entrega.
A mesma anomalia pode ter níveis diferentes?
É preciso avaliar com base no impacto específico e nos resultados de inspeção e explicar o fundamento do julgamento.
Depois de reparado, ainda é preciso reexaminar?
Sim, é preciso reexaminar a anomalia original e os pontos afetados pelo serviço executado.
Quem explica o atraso ao cliente?
O consultor de entrega explica os fatos confirmados e os arranjos; a conclusão técnica é fornecida pelo técnico responsável.
Ao precisar organizar as anomalias de entrega, envie os registros de inspeção sem dados sensíveis e a versão do veículo a ser entregue; o contato pode ser feito pela página de contato da Starvia ou pelo WhatsApp.
Referências públicas: falhas em produto e direitos do consumidor da SIC da Colômbia; materiais de segurança para reparação de veículos do HSE. Data de conferência dos materiais: 2026-09-03.

