O parceiro local deve participar da parte da ficha técnica referente ao país de destino. O exportador fornece uma matriz cruzada da fatura comercial, lista de embalagem, conhecimento de embarque, documentos de origem e conformidade; depois, o importador deve pedir ao despachante aduaneiro, à oficina ou ao consultor de conformidade que confirme se ela pode ser usada na prática. Isso separa os documentos do fornecedor da execução local e reduz o risco de que a identidade do veículo, as quantidades e os campos documentais não correspondam entre si; a decisão final continua condicionada à confirmação do despachante aduaneiro local sobre documentos adicionais exigidos no país de destino.

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